O aplicativo funciona perfeitamente tanto com uma conexão Wi-Fi como 3G.
Se você está sempre conectado com seus amigos e à rede e adoraria poder se comunicar com eles por SMS sem gastar nada, você vai adorar o novo aplicativo para aparelhos Windows Phone, o textPlus.
O textPlus permite que os usuários enviem quantas mensagens de texto quiserem para seus contatos em qualquer lugar do mundo sem gastar absolutamente nada.
De acordo com o Ubergizmo, utilizar o serviço de SMS gratuitos é muito simples: basta o usuário estar conectado à internet através de uma conexão Wi-Fi ou 3G e começar a mandar suas mensagens.
Os usuários de outras plataformas móveis como iOS e Android podem ficar tranquilos, pois o aplicativo estará disponível para seus smartphones e tablets em um futuro próximo.
O textPlus já está disponível para download na Windows Marketplace e pode ser baixado totalmente de graça.
16/04/2012
O navio que afundou não foi o Titanic
Há 100 anos, o Titanic afundava nas águas do Atlântico Norte e entrava para a história como o naufrágio mais famoso de todos os tempos. Nem esse acidente escapa das famosas teorias conspiratórias.
Segundo o livro "Titanic: The Ship that Never Sank" (Titanic: o Navio que Nunca Afundou), do britânico Robin Gardiner, o navio que afundou foi o Olympic e não o Titanic. O livro defende que a White Star Line teria trocado os nomes dos seus transatlânticos para destruir, intencionalmente, o Olympic, que havia sofrido sérios danos depois de colidir com o cruzador HMS Hawke, em setembro de 1911. Como o Olympic não possuía seguro, a empresa elaborou a fraude. A ideia, ainda de acordo com o autor, era trocar as identificações dos dois navios, enviar o Olympic na estréia do Titanic, afundá-lo, resgatar passageiros e tripulantes e receber a indenização contratada para o Titanic. Depois do plano concluído, o verdadeiro Titanic seguiria carreira como Olympic.
O livro aponta como uma das evidências do plano o fato de o milionário J.P. Morgan, um dos donos da Star Line, ter desistido de embarcar no Titanic em cima da hora. Outro indício seria que nenhuma obra de arte da empresa foi embarcada no luxuoso transatlântico.
De acordo com a teoria defendida por Gardiner, o capitão recebeu dinheiro para jogar o navio contra um iceberg. Mas o plano fracassou porque o acidente aconteceu um dia antes do esperado. Segundo o autor, o Titanic bateu contra um dos navios enviados pela Star Line para o resgate: o navio estava com as luzes apagadas para não levantar suspeitas e não foi visto pela tripulação do Titanic.
Além disso, outra trapalhada teria causado a morte de tantos passageiros: como haveria o resgate, o Titanic levava muitos botes e coletes salva-vidas a menos do que o necessário.
Garota de quatro anos tem Q.I quase igual ao de Einstein
| Heidi Hankins tem QI de 159/Foto: Reprodução Daily News |
Uma menina britânica de quatro anos foi aceita na Mensa, sociedade inglesa internacionalmente conhecida por ser formada por pessoas de alto QI. Segundo o jornal "Daily Mail", o nível de inteligência da pequena Heidi Hankins é de 159, apenas um ponto abaixo do cientista Stephen Hawking e do legendário Albert Einstein.
O teste, desenvolvido especialmente para crianças da sua idade com uma mistura de quebra-cabeças e jogos com palavras, foi aplicado em Heidi depois que professores de sua creche disseram que estavam tendo dificuldades em encontrar atividades que fossem desafiar suas capacidades. O resultado impressionou os examinadores, que afirmam que a média de pontuação para um adulto é 100. Heidi, que já sabe somar, subtrair, desenhar figuras e escrever frases, costumava ler livros para crianças com sete anos quando tinha apenas dois anos de idade. De acordo com o relato do pai de Heidi, Matthew, ao jornal britânico, a pequena gênia já fazia sons logo após nascer e, quando completou um ano, "seu vocabulário era relativamente bom. Agora é muito bom". Com 18 meses, ela aprendeu a ler sozinha, com a ajuda de um computador, afirmou o pai. "Notamos que ela estava usando o mouse para navegar, e clicando em botões que diziam 'OK' e 'Cancelar'", contou.
Matthew disse ainda ao "Daily Mail" que, quando Heidi tinha apenas dois anos, leu um conjunto de livretos em cerca de uma hora, demonstrando habilidade semelhante à de crianças de sete anos. Além disso, Heidi apresenta maior destreza para desenhar que as crianças de sua idade, produzindo desenhos detalhados, em vez de figuras genéricas.
O pai negou ao jornal que estimule a garota, e afirmou que, além de se interessar sozinha por livros, também brinca com bonecas e legos como uma criança normal. Agora, ele espera que ela possa pular um ano na escola para se sentir mais desafiada.
*Com informações do Daily News
12/04/2012
Britânica diz em programa de TV ter duas vaginas
| Hazel Jones (Foto: Reprodução/YouTube) |
Segundo a jovem, incômodos decorrentes da menstruação anormal e a intervenção do primeiro namorado sério a levaram ao médico, que identificou uma má formação. Tal problema faz com que ela tenha dois úteros e dois cólos de útero separados. "Quando eu descobri o que era eu contei para todo mundo", contou aos apresentadores do programa This Morning, da emissora britânica ITV.
Entre as revelações inusitadas de Hezel, que decidiu manter as duas vaginas, estão o fato de ela ter perdido a virgindade duas vezes e ter feito exame duplo de Papanicolau. "É um quebra-gelo em festas. Se as mulheres querem ver, eu mostro tranquilamente. Não é algo que me embarace", brinca.
E para quem duvida, a loura garantiu ter uma “ótima vida sexual”.
Veja a entrevista:
Os maiores mitos que o cinema criou sobre o Titanic
| Filmes sobre o navio Titanic criaram diversos mitos. (Foto: Divulgação) |
O naufrágio do navio Titanic, que matou 1.513 pessoas na sua primeira viagem, completa 100 anos no próximo dia 14 e muitos mitos criados no cinema ainda são ditos como verdade. Saiba quais são as cinco histórias mais mal contadas sobre a tragédia:
Inafundável
Diz-se que a companhia White Star anunciava a embarcação como “inafundável”. Em uma das cenas do filme “Titanic” (do cineasta James Cameron), a mãe da heroína Rose observa o navio no porto, antes da partida, e comenta: “Então este é o navio que dizem que não afunda”.
Segundo o cientista Richard Howells, do Kings College, de Londres, na Inglaterra, a companhia nunca afirmou que o navio era “inafundável”. O termo começou a ser usado pela imprensa e indústria do cinema após o acidente.
“Isso [afirmar que a empresa vendia o Titanic como um navio que nunca naufragaria] carrega um senso mítico porque indica que deus estaria tão zangado por tal afronta que acabaria afundando o navio”, explica Howells.
A última música
No filme de James Cameron, a banda do navio afunda e toca a canção “Nearer, My God, To Thee” (“Mais perto de ti, meu Deus”) aos passageiros que não conseguiriam sobreviver. Segundo Simon McCallum, curador dos arquivos no Instituto Britânico de Cinema, testemunhas oculares confirmaram que a banda tocou no deck, mas discordaram de que música se tratava.
“Nunca saberemos que canção os sete músicos tocaram, mas dizer que foi a música 'Mais perto de ti, meu Deus’ funciona com uma licença poética, já que é um hino que romantiza ainda mais o filme”, pontua McCallum.
Paul Louden-Brown, da Sociedade Histórica do Titanic, trabalhou como consultor para o filme de James Cameron e afirmou que a cena dos músicos no filme “Uma noite para se lembrar” (1958) foi tão bem montada que Cameron decidiu copiá-la. “Ele me disse: ‘Eu roubei isso inteiramente e coloquei no meu filme, simplesmente porque amei. Era uma parte muito forte da história’”.
Capitão Smith
O comandante do navio, capitão Smith, foi retratado como herói no cinema e ainda ganhou estátuas e cartões postais. Porém, ele é apontado por especialistas como o principal culpado pelas falhas na estrutura de comando a bordo. Smith não deu atenção aos alertas contra gelo e iceberg nem reduziu a velocidade da embarcação quando já se sabia da presença de gelo na rota do navio.
“Ele sabia quantos passageiros e quanto espaço havia nos barcos salva-vidas. Mesmo assim, ele permitiu que os barcos partissem apenas parcialmente cheios”, ressalta Louden-Brown.
Joseph Bruce Ismay, o presidente da White Star
Joseph Bruce Ismay, presidente da White Star, foi acusado de mandar acelerar o navio e escapar da embarcação no primeiro barco salva-vidas disponível, deixando para trás mulheres e crianças. Ele foi execrado em Nova York e aposentou-se falido em 1913.
Lord Mersey, que comandou o inquérito britânico em 1912, chegou à conclusão que Ismay ajudou vários passageiros antes de entrar no barco salva-vidas. “Se ele não tivesse se salvado, salvaria apenas mais uma vida”, pontuou Mersey em relatório.
“Se formos para a origem disso, temos de nos lembrar de William Randolph Hearst, o grande magnata da imprensa nos Estados Unidos. Ele e Ismay brigaram pelo fato de Ismay não cooperar com a imprensa [fornecendo informações] em um acidente com um navio da companhia”, diz Paul Louden-Brown.
Louden-Brown acredita que as acusações são injustas e chegou a discutir o assunto com James Cameron. “É isso que o público espera ver”, teria dito o cineasta ao consultor.
O autor do livro “Como sobreviver ao Titanic: o naufrágio de J. Bruce Ismay”, Frances Wilson, também defende o presidente da White Star. “Ele foi um homem comum pego por circunstâncias extraordinárias”.
Terceira classe
O filme “Titanic” mostra que os passageiros da terceira classe foram forçados a ficar longe do deck e impedidos de alcançar os barcos salva-vidas. Richard Howells, do Kings College de Londres, afirma que não existe evidências para confirmar tal história.
Os portões que os separavam dos demais passageiros do navio foram instalados por exigência da imigração norte-americana, que temia que os passageiros desembarcassem em Nova York sem passar por testes de higiene. Na terceira classe, estavam armênios, chineses, holandeses, italianos, russos, sírios e britânicos.
Evidências apontam que os portões estavam fechados na noite da tragédia e que só depois de a maioria dos barcos salva-vidas terem partido é que os eles foram abertos. Menos de um terço dos passageiros da terceira classe sobreviveram.
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