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04/08/2012

O pesadelo de Mark Zuckerberg

Irmãos no Google, queda nas ações e perda de parte da fortuna: a vida dele não vai muito bem



Mark Zuckerberg não vive um bom momento em sua vida profissional. A situação do Facebook não é das melhores desde a tumultuada abertura de capital da empresa, em maio. Mas uma sequência de eventos ruins nas últimas semanas deixa o criador da rede social em posição ainda mais desconfortável.

A má notícia mais recente é que, após sua fortuna cair em US$ 423 milhões, Mark Zuckerberg deixou o ranking dos 10 executivos mais ricos do mundo da tecnologia - a décima posição agora é ocupada por James Goodnight, do SAS Institute.

Desde a abertura de capital do Facebook, a fortuna do jovem teve queda expressiva de mais de US$ 10 bilhões. Ele tinha US$ 21 bilhões no dia 17 de maio, e nesta semana tem US$ 10,2 bilhões, segundo a Bloomberg.

O pesadelo de Zuckerberg entrou em sua pior fase em meados de julho. No dia 19, após as ações do Facebook despencarem mais uma vez, ele deixou a lista das 40 pessoas mais ricas do mundo. Na época o episódio não parecia afetar a vida do criador da rede social, mas fatos das semanas seguintes causaram preocupação a ele.

No dia 26 de julho, a rede social anunciou seu primeiro resultado como empresa pública e o desempenho não foi dos melhores: entre os meses de abril e junho, a empresa amargou prejuízo líquido de US$ 157 milhões.

As coisas ficaram ainda piores quando sua própria família passou a trabalhar para rivais. Isso aconteceu após o Google comprar nesta semana a empresa Wildfire, que emprega quatro de seus parentes: duas de suas irmãs, um irmão e um cunhado são funcionários da companhia e agora  rivais de Zuckerberg - pelo menos profissionalmente.

Dentro do Facebook as coisas também não estão nada bem. Na quinta-feira (03/08), dois fortes executivos da rede social - o diretor de plataforma de parcerias, Ethan Beard, e a diretora de parcerias e marketing, Katie Mitic, debandaram de lá.

Naquele mesmo dia, as ações despencaram mais uma vez e, de forma inédita desde o IPO, ficaram abaixo dos US$ 20 dólares - elas perderam quase metade do valor do dia em que o capital da empresa abriu, quando foram vendidos por US$ 38.

Será que tem como as coisas ficarem piores para Zuckerberg?

02/08/2012

Zuckerbergs no Google?

Irmãos e cunhado do CEO do Facebook, que trabalham na Wildfire, agora fazem parte do quadro de funcionários da gigante de buscas

 

Mark ZuckerbergVocês já ouviram falar de Harry Schmidt? Esse rapaz é responsável por toda estratégia de produto dentro da Wildfire, a startup de marketing social que o Google comprou por US$ 250 milhões.

Mas, além de um executivo de sucesso, Schmidt é, também, casado com Donna Zuckerberg, uma das irmãs do cofundador do Facebook.

Ou seja, desde ontem, Schmidt passou a ser rival do próprio cunhado. Isso porque, agora que o Google adquiriu a Wildfire, o empresário será funcionário da gigante de buscas e, consequentemente, concorrente do Facebook.

De acordo com o Business Insider, além do cunhado, Zuckerberg também perdeu mais três familiares para o Google, que trabalham na Wildfire: seu irmão mais novo, uma irmã do meio, e Donna, esposa de Schmidt.

Para tirar um sarro da situação, outra irmã do CEO da maior rede social do mundo, chamada Randi, comentou que agora existem mais Zuckerbergs trabalhando no Google do que no Facebook.

Será que o Mark está chateado?




Reprodução

Brasileiro que inventou a bina pode ficar bilionário se vencer processo

Nélio José Nicolei espera arrancar até R$ 200 bilhões de companhias telefônicas

 

binaO brasileiro Nélio José Nicolei, de 71 anos, briga judicialmente para fazer valer uma patente que registrou, descrevendo a invenção do que veio a ser conhecido como 'bina'. O engenheiro entrou com ações contra diversas empresas de telefonia e, se vencer a maioria, pode tornar-se multibilionário.

Isso porque praticamente todos os telefones, inclusive os celulares mais modestos, já contam com alguma alteração do seu identificador de chamadas. Nicolei teria criado a bina em 1977, quando trabalhava para a Telebrás em Brasília. O inventor desenvolveu o primeiro protótipo e o registrou no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) ainda em 1980.

Mas, na época, a empresa não levou a ideia adiante, usando para isso um argumento risível em época das redes sociais globais: a estatal achava que identificar o número de quem fazia a chamada poderia ser encarado como invasão de privacidade alheia.

Ele investiu tudo o que tem nos processos, com os quais pretende arrecadar nada menos que R$ 200 bilhões.

A história foi revelada em uma reportagem da revista Galileu, que pode ser lida na íntegra neste link.
 

Facebook lança site para compartilhar histórias "emocionantes"

"FacebookStories" terá um tema por mês, o primeiro é "lembranças"

 

Facebook Stories - Divulgação
Facebook Stories - Divulgação
Aproximadamente 950 milhões de pessoas compartilham suas vidas e suas memórias no Facebook. Algumas dessas merecem ser contadas. Por isso a equipe da rede social criou, nesta quinta-feira (02/08), o “FacebookStories” para destacar algumas das mais interessantes.

Cada mês será temático. O primeiro será centrado em “lembranças”.  A história da capa, por exemplo, fala sobre Mayank Sharm – um homem que perdeu a memória após uma meningite e recomeçou a montar o quebra-cabeça de sua vida pelo Facebook.

Qualquer usuário da rede social poderá enviar sua história para a equipe do site, que fará a curadoria das melhores.

“O projeto começou como resultado do crescimento do número de histórias chegando à companhia por diferentes canais, incluindo histórias sobre as quais nós líamos na mídia”, disse Tucker Bounds, um porta-voz do Facebook à ABC.

Além de contar histórias, o site também fará infográficos analisando dados sobre os “grandes momentos” da vida que as pessoas compartilharam com a rede social. Veja o deste mês aqui.

 O Facebook não é a primeira rede social a criar um site deste tipo.  O Twitter já tem o “TwitterStories”, com o mesmo objetivo, há mais de sete meses.
 

01/08/2012

China quer enviar nave à Lua em 2013

Foguete Long March 3C é lançado em 2010 na China
Foguete Long March 3C é lançado em 2010 na China
A China pretende enviar no próximo ano uma nave exploratória à Lua, informa a imprensa estatal, que revela detalhes do mais recente projeto do ambicioso programa espacial do gigante asiático.
A terceira tentativa lunar da China será lançada no segundo semestre de 2013, informou a agência oficial Xinhua.
No caso de êxito, seria a primeira alunissagem de uma nave chinesa e estabeleceria um marco no desenvolvimento do programa espacial. O projeto pretende sobrevoar, alunissar e retornar à Terra, segundo a Xinhua.
A China informou que também planeja um voo tripulado à Lua, mas não divulgou datas. Pequim considera que o projeto, avaliado em bilhões de dólares, evidenciará a importância crescente do país como potência, sua capacidade tecnológica e o sucesso do Partido Comunista na transformação de uma nação pobre em um país próspero.
O programa espacial chinês teve início em 1999 com o lançamento da nave sem tripulação Shenzhou-1.
Dois anos mais tarde, a Shenzhou-2 foi lançado com pequenos animais a bordo e, em 2003, a China enviou pela primeira vez um homem ao espaço. Uma caminhada espacial aconteceu em 2008.
Recentemente, a viagem de 14 dias da nave Shenzhou-9 se tornou a missão espacial chinesa mais longa e ganhou destaque por incluir a primeira mulher astronauta entre os três membros de sua tripulação.